domingo, 31 de outubro de 2010

Crianças agressivas: como lidar com elas?


A infância é o período mais rico e importante da vida de qualquer pessoa. Nesta fase são absorvidos valores e despertados talentos. Muitos comportamentos adultos têm suas primeiras manifestações nesta saudosa fase tão linda e inocente.

Crianças na primeira infância muitas vezes se expressam mordendo, gritando, beslicando ou chutando. Antoniele Fagundes, Consultora Familiar e dona da empresa Babá Ideal, explica que nos primeiros anos de vida as crianças estão aprendendo como funciona a sociedade e quais as suas potencialidades. Testar as capacidades que nosso corpo pode fazer como chutar e gritar ou experimentar o corpo de outra pessoa, mordendo ou beliscando é um importante aprendizado.
Caso esse comportamento perdure ou aconteça de forma exacerbada, pode ser um sinal de que algo não está bem. Os pais devem estar atentos aos ataques de agressão e conversar de forma firme, mostrando que a criança pode adquirir o que deseja sem ter que machucar o outro. “O castigo pode ser temporariamente satisfatório para os pais. No entanto, pelos exemplos que tenho acompanhado, apenas dá uma pausa e faz a criança muitas vezes ficar mais tensa ao ter que lidar sozinha e quieta com aquelas sensações de euforia e agressividade”, aponta Antoniele.

Há casos em que os pais se culpam pelo pouco tempo passado com os filhos e deixam de cumprir seu papel de orientador e disciplinador durante os momentos que estão juntos. A permissividade que atualmente existe em muitos lares é fator importante na observação de um quadro de agressividade infantil. “As crianças estão a todo tempo testando os limites do seu comportamento para saber até onde podem ir. Quando os pais ou educadores não impõem regras claras e firmes, a criança sofre com a falta de alguém para limitar suas ações”, esclarece a consultora.

Regras e limites são importantes para que as crianças aprendam a controlar seus impulsos agressivos e lidar com as frustrações para conviver em sociedade de forma saudável. A falta de orientação e limites permite que a criança cresça desestruturada. Pais com posturas firmes e carinhosas conseguem equilibrar a situação.

Para famílias que já tentaram diversas maneiras de conter atitudes negativas de seus filhos e mesmo assim ainda possuem dificuldades em conseguir uma solução definitiva, a consultoria familiar tem muito a oferecer. Através de conversas esclarecedoras, os pais podem se dar conta que pequenos gestos contribuirão para a felicidade maior do filho e harmonia familiar.

http://sitededicas.uol.com.br/criancas_agressivas.htm

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Projeto Político Pedagógico - A Identidade da Escola

No sentido etimológico, o termo projeto vem do latim projectu = lançado. É particípio passado do verbo projicere, que significa lançar para frente. É um plano, intento, desígnio. Empreendimento. Plano geral de edificação.
Analisando com mais minúcia a etimologia do termo Projeto Político Pedagógico, será mais fácil familiarizar-se com o que ele diz em suas entrelinhas: PROJETO = vem do latim PROJICERE que significa lançar para frente; POLÍTICA = refere-se à ciência ou arte de governar; orientação administrativa de um governo; princípios diretores da ação; conjunto dos princípios e dos objetivos que servem de guia a tomadas de decisão e que fornecem a base da planificação de atividades em determinado domínio; modo de se haver em qualquer assunto particular para se obter o que se deseja; estratégia; táctica;(Do grego politiké, «a arte de governar a cidade»). PEDAGÓGICO = relativo ou conforme à pedagogia; que é teoria da arte, filosofia ou ciência da educação, com vista à definição dos seus fins e dos meios capazes de os realizar;
“Projeto Político Pedagógico: ação intencional. Compromisso sócio-político no sentido de compromisso com a formação do cidadão, para um tipo de sociedade e Pedagógico: no sentido de definir as ações educativas e as características necessárias às escolas para que essas cumpram seus propósitos e sua intencionalidade”



Finalidade

Toda escola deve ter definida, para si mesma e para sua comunidade escolar, uma identidade e um conjunto orientador de princípios e de normas que iluminem a ação pedagógica cotidiana.
O Projeto político pedagógico vê a escola como um todo em sua perspectiva estratégica, não apenas em sua dimensão pedagógica. É uma ferramenta gerencial que auxilia a escola a definir suas prioridades estratégicas, a converter as prioridades em metas educacionais e outras concretas, a decidir o que fazer para alcançar as metas de aprendizagem, a medir se os resultados foram atingidos e a avaliar o próprio desempenho.
O PPP é diferente de planejamento pedagógico. É um conjunto de princípios que norteiam a elaboração e a execução dos planejamentos, por isso, envolvem diretrizes mais permanentes, que abarcam conceitos subjacentes à educação:
- Conceitos Antropológicos: (relativos à existência humana)
- Conceitos Epistemológicos: aquisição do conhecimento
- Conceitos sobre Valores: pessoais, morais, étnico...
- Político: direcionamento hierárquico, regras...


Importância de um Projeto para a escola

A relevância de um projeto escolar consiste no planejamento que, evita improvisação, serviço malfeito, perda de tempo e de dinheiro.
Com planejamento, fica bem claro o que se pretende e o que deve ser feito para se chegar aonde se quer. Um bom Projeto Político Pedagógico dá segurança à escola. Escolhem-se as melhores estratégias o que facilita seu trabalho, pois o mesmo está fundamentado no Projeto que norteia toda Unidade Escolar. Isso se faz imprescindível para se ter um rumo, visando obtenção de resultados de forma mais eficiente, intensa, rápida e segura.
A escola deve buscar um ideal comum: fazer com que todos os alunos aprendam. Uma boa sugestão é nomear comissões de pais e encarregá-las de organizar campeonatos esportivos nos finais de semana na quadra da escola, cuidar dos banheiros ou da biblioteca.

* Texto Fragmentado do material didático - Projeto Político Pedagógico/ A Identidade da Escola
Sistema de Ensino Portal Educação e Sites Associado

sábado, 23 de outubro de 2010

O desenho e o desenvolvimento das crianças

Os rabiscos ganham complexidade conforme os pequenos crescem e, ao mesmo tempo, impulsionam seu desenvolvimento cognitivo e expressivo.

"Sabia que eu sei desenhar um cavalo? Ele está fazendo cocô."
"Vou desenhar aqui, que tem espaço vazio."

"O cavalo ficou escondido debaixo disso tudo!" Joana, 3 anos



No início, o que se vê é um emaranhado de linhas, traços leves, pontos e círculos, que, muitas vezes, se sobrepõem em várias demãos. Poucos anos depois, já se verifica uma cena complexa, com edifícios e figuras humanas detalhados. O desenho acompanha o desenvolvimento dos pequenos como uma espécie de radiografia. Nele, vê-se como se relacionam com a realidade e com os elementos de sua cultura e como traduzem essa percepção graficamente.

Toda criança desenha. Pode ser com lápis e papel ou com caco de tijolo na parede. Agir com um riscador sobre um suporte é algo que ela aprende por imitação - ao ver os adultos escrevendo ou os irmãos desenhando, por exemplo. "Com a exploração de movimentos em papéis variados, ela adquire coordenação para desenhar", explica Mirian Celeste Martins, especialista no ensino de arte e professora da Universidade Presbiteriana Mackenzie. A primeira relação da meninada com o desenho se dá, de fato, pelo movimento: o prazer de produzir um traço sobre o papel faz agir.

Os rabiscos realizados pelos menores, denominados garatujas, tiveram o sentido ampliado sob o olhar da pesquisadora norte-americana Rhoda Kellogg, que observou regularidades nessas produções abstratas (veja no topo da página o desenho de Joana, 3 anos, e sua explicação). Observando cerca de 300 mil produções, ela analisou principalmente a forma dos traçados (rabiscos básicos) e a maneira de ocupar o espaço do papel (modelos de implantação) até a entrada da criança no desenho figurativo, o que ocorre por volta dos 4 anos.

No período de produção de garatujas, ocorre uma importante exploração de suportes e instrumentos. A criança experimenta, por exemplo, desenhar nas paredes ou no chão e se interessa pelo efeito de diferentes materiais e formas de manipulá-los, como pressionar o marcador com força e fazer pontinhos. Essa atitude de experimentação tem valor indiscutível na opinião de Rhoda: "Para ela 'ver é crer' e o desenho se desenvolve com base nas observações que a criança realiza sobre sua própria ação gráfica", ressalta Rosa Iavelberg, especialista em desenho e docente da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP), no livro O Desenho Cultivado da Criança: Práticas e Formação de Educadores. Esse aprendizado durante a ação é frisado pela artista plástica e estudiosa Edith Derdyk: "O desenho se torna mais expressivo quando existe uma conjunção afinada entre mão, gesto e instrumento, de maneira que, ao desenhar, o pensamento se faz".



http://revistaescola.abril.com.br/crianca-e-adolescente/desenvolvimento-e-aprendizagem/rabiscos-ideias-desenho-infantil-garatujas-evolucao-cognicao-expressao-realidade-518754.shtml

Os jovens e as tecnologias

Para os jovens, o mundo virtual é um espaço de expressão e descoberta. Mas é preciso orientá-los a reconhecer e a evitar os riscos da internet.

 

 Em julho último, um casal de adolescentes de Porto Alegre protagonizou cenas de sexo divulgadas ao vivo por uma câmera ligada a um famoso site de relacionamentos. Mais de 22 mil pessoas assistiram à transmissão, que, por envolver dois menores - ele com 16, ela com 14 anos -, ganhou notoriedade e acabou virando assunto de polícia. O mais curioso (e que soa até ingênuo) foi o motivo que os levou a se expor dessa forma. Segundo o rapaz, a menina perdeu uma aposta em um jogo de cartas online e, por isso, teria de pagar uma "prenda". Esse episódio lamentável mostra como é preciso orientar os jovens quanto ao uso de celulares, de videogames e principalmente da internet - uma das grandes paixões da moçada. A relação dos jovens com a tecnologia é o último tema da série Desenvolvimento Juvenil.

No que diz respeito à rede mundial de computadores, os especialistas apontam a dificuldade dos jovens para entender que é preciso se comprometer com as ações realizadas no mundo virtual. "Muitos pensam que o ciberespaço não tem efeito algum sobre o mundo real", explica o psicólogo Tiago Corbisier Matheus, do Instituto Sedes Sapientiae, em São Paulo, e autor de livros sobre o assunto. Quanto à recusa de se responsabilizar pelas próprias ações, nada de novo: é característica da adolescência. Entretanto, embora não tenha mudado o comportamento dos jovens, a tecnologia trouxe novos espaços e ferramentas para as manifestações típicas dessa fase da vida. A internet e os games, por exemplo, permitem a experimentação de papéis sociais, ampliam o leque de relações interpessoais e o contato com informações, fornecendo elementos para a formação da identidade. Para pais e professores, esses recursos são muito novos, o que inibe a exploração. No entanto, é preciso conhecê-los para ajudar a moçada a construir uma relação saudável com eles.

Para os adolescentes, a tecnologia exerce fascínio porque é uma das poucas áreas em que eles têm desempenho melhor que os adultos. "Eles são mais disponíveis para entrar em contato com o novo e se arriscam a testar coisas que as gerações anteriores olham com curiosidade, mas têm receio de não aprender ou medo de se sentir incapazes e ultrapassadas", ressalta Matheus. Os adolescentes podem eleger ídolos, criar culturas próprias distantes da figura de autoridade dos pais e familiares e construir relacionamentos com certo distanciamento e liberdade (essencial na busca da autonomia que caracteriza a puberdade).

 

 http://revistaescola.abril.com.br/crianca-e-adolescente/comportamento/jovens-teconologia-602331.shtml

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Como evitar que alunos com necessidades especiais sejam rotulados



A escola é o primeiro lugar que a criança frequenta fora de seu círculo familiar e a maneira como ela é tratada lá pode marcar toda a sua vida. Por isso, me preocupa quando, em encontros de formação com professores, percebo que alguns – muitas vezes, de forma inconsciente – rotulam os alunos, principalmente os que têm necessidades especiais de aprendizagem. É possível perceber isso ao ouvir, deles mesmos, expressões fortes, capazes de marcar os estudantes. Por exemplo: "O Marcos é Down". Melhor seria que o verbo fosse "ter" noPor que a rotulação de alunos com deficiência ou com qualquer dificuldade de aprendizagem ocorre com tanta frequência? Quando o educador percebe que a criança não aprende da forma como planejou, ele começa a procurar uma explicação para o fato. Quem tem qualquer tipo de deficiência geralmente recebe a "marca" de suas deficiências. Os outros, na maioria das vezes, são encaminhados para a área de saúde para que seja feito um diagnóstico. Muitos educadores esperam que médicos, psicólogos e psiquiatras elaborem, com seus conhecimentos específicos, uma justificativa para o fracasso escolar. Infelizmente, alguns atendem à demanda.

lugar de "ser", como "o Marcos tem Down".

O diagnóstico é importante, sim, mas apenas para que todos os adultos que convivem com esses jovens possam sempre ajudá-los a usufruir da relação com o outro que se estabelece na escola, a sentir prazer no ato de aprender e a aproveitar os ambientes que frequentam da melhor maneira possível, com propriedade e conhecimento. O parecer médico jamais pode ser usado com a finalidade de marcar o indivíduo.




Sigmund Freud (1856-1939) defendeu que educar é da ordem das coisas impossíveis. Com isso, ele quis dizer que o aluno nunca corresponderá totalmente às expectativas de quem ensina. Por mais que se tente, algo sempre faltará – e é essa falta que faz com que o aprendiz busque saber mais. Esses desencontros são de ordem estrutural e sempre existirão nessa relação. Assim, educadores e estudantes viveriam uma condição de impossibilidade. Quem não suporta nem aceita essa situação tende a fazer do diagnóstico a justificativa para os possíveis desencontros – e dificuldades –, em vez de buscar maneiras de enfrentá-los. Mesmo ciente de que os impasses fazem parte do jogo, assim como perguntas sem respostas e angústias sem solução, o educador deve ter certeza de que ele é, sim, o responsável pela aprendizagem de cada um dos alunos e tem de educá-lo até o limite das suas possibilidades.




Uma das funções do orientador educacional é observar os detalhes do cotidiano escolar e descobrir se ocorrem situações em que as crianças com deficiência ou necessidades especiais de aprendizagem estejam sendo rotuladas, intencionalmente ou não. Ele pode oferecer permanentemente à equipe pedagógica e a todos os funcionários – que também são educadores – as informações necessárias para que possam exercer o papel de agentes da socialização desses alunos e assegurar que as condições de aprendizagem de todos estejam garantidas.




http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/orientador-educacional/como-evitar-alunos-rotulados-483497.shtml

quinta-feira, 29 de abril de 2010

atividades e ideias para mamães...







Dia das Mamães!!!

O Dia das Mães também designado de Dia da Mães teve a sua origem no princípio do século XX, quando uma jovem norte-americana, Anna Jarvis, perdeu sua mãe e entrou em completa depressão. Preocupadas com aquele sofrimento, algumas amigas tiveram a ideia de perpetuar a memória da mãe de Annie com uma festa. Annie quis que a homenagem fosse estendida a todas as mães, vivas ou mortas. Em pouco tempo, a comemoração e consequentemente o Dia das Mães se alastrou por todos os Estados Unidos e, em 1914, sua data foi oficializada pelo presidente Woodrow Wilson: dia 9 de Maio.

Dados Históricos: A mais antiga comemoração dos dias das mães é mitológica. Na Grécia antiga, a entrada da primavera era festejada em honra de Rhea, a Mãe dos Deuses.

O próximo registro está no início do século XVII, quando a Inglaterra começou a dedicar o quarto domingo da Quaresma às mães das operárias inglesas. Nesse dia, as trabalhadoras tinham folga para ficar em casa com as mães. Era chamado de "Mothering Day", fato que deu origem ao "mothering cake", um bolo para as mães que tornaria o dia ainda mais festivo.

Nos Estados Unidos, as primeiras sugestões em prol da criação de uma data para a celebração das mães foi dada em 1872 pela escritora Júlia Ward Howe, autora de O Hino de Batalha da República.

No Brasil, o primeiro Dia das Mães brasileiro foi promovido pela Associação Cristã de Moços de Porto Alegre, no dia 12 de maio de 1918. Em 1932, o então presidente Getúlio Vargas oficializou a data no segundo domingo de maio. Em 1947, Dom Jaime de Barros Câmara, Cardeal-Arcebispo do Rio de Janeiro, determinou que essa data fizesse parte também no calendário oficial da Igreja Católica.

Em Portugal, o Dia das Mães é celebrado no primeiro domingo de Maio.

Em Israel o dia da mãe deixou de ser celebrado, passando a existir o dia da família em Fevereiro

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Para Refletir


Esta é uma história de um soldado que estava voltando para casa após a terrível Guerra do Vietnã e antes de sair da Base Militar ele ligou para os pais e disse:
Filho: Mãe, Pai, eu estou voltando para casa, mas quero pedir-lhes um favor.
Pais emocionados: Claro meu filho, peça o que quiser!
Filho: Eu tenho um amigo e gostaria de levá-lo comigo.
Pais: Claro meu filho, nós adoraríamos conhecê-lo!
Filho: Entretanto, há algo que vocês precisam saber. Ele fora terrivelmente ferido na última batalha. Ele pisou em uma mina e perdeu um braço e uma perna. O pior que ele não tem nenhum lugar para ir, e por isso eu gostaria que ele fosse morar aí com a gente.
Pais assustados: Nós sentimos muito em ouvir isso meu filho. Talvez nós possamos ajudá-lo a encontrar algum lugar onde ele possa morar e viver tranqüilamente.
Filho emocionado e nervoso: Não Mamãe e Papai, eu gostaria que ele fosse morar aí conosco!
Pais constrangidos: Filho, disse o Pai. Você não sabe o que está nos pedindo. Nós já passamos tanta dificuldade e além disso, temos nossas próprias vidas e não podemos deixar que uma coisa como esta interfira no nosso modo de viver. Acho que você deveria voltar para casa e esquecer este rapaz! Ele encontrará uma forma de viver e alguém que o ajude.....
Na mesma hora o filho bate o telefone. Os pais não ouviram mais nenhuma palavra dele. Alguns dias depois os pais receberam um telefonema do Exército Americano.
Exército: (atende o pai) Por acaso conhece ou é parente de alguém chamado Henry Thrumam?
Pai. Sim, conheço. Ele é o meu filho.
Exército: Pois é. Hoje a tarde nos o encontramos morto na Base Militar.
Pai assustado: Como assim morto? Assassinado? Onde está o amigo dele deficiente? Ele não estava voltando para a América?
Exército: Seu filho suicidou-se e deixou um bilhete. Quer que eu leia para o Sr.?
Pai chorando: Sim, quero. Por favor!!
Exército lendo o bilhete: “ Pai! Mãe! Vocês se lembram de quando liguei pra vocês e disse que levaria o meu amigo pra morar com a gente e que havia ficado deficiente porque pisou em uma mina e tinha apenas um braço e uma perna!!? Pois é. Aquele amigo deficiente era eu!!! Ao invés de voltar pra casa eu resolvi me matar, porque não sei qual seria a reação de vocês sabendo que o seu filho era deficiente!! Não sei se Deus irá me perdoar por esse ato de suicídio, mas estou aqui de cima rezando e peco para que vocês ajudem a sociedade a acabar com o preconceito que existe contra o deficiente de um modo geral. Sempre amei vocês!! ”

sábado, 25 de abril de 2009

Brinquedos de sucata






Ser mãe...

Uma mulher foi renovar a sua carteira de motorista.
Pediram-lhe para informar qual era a sua profissão.
Ela hesitou, sem saber bem como se classificar."O que eu pergunto é se tem um trabalho", insistiu o funcionário.
"Claro que tenho um trabalho", exclamou .
"Sou mãe".
"Nós não consideramos "mãe" um trabalho.
Vou colocar "Dona de casa", disse o funcionário friamente.
Não voltei a lembrar-me desta história até o dia em que me encontrei em situação idêntica.
A pessoa que me atendeu era obviamente uma funcionária de carreira,
segura, eficiente, dona da situação, perguntou:
Qual é a sua ocupação?
Não sei o que me fez dizer isto, as palavras simplesmente saltaram-me da
boca para fora "Sou Doutora em Desenvolvimento Infantil e em Relações Humanas.
"A funcionária fez uma pausa, a caneta de tinta permanente a apontar para o ar e olhou-me como quem diz que não ouviu bem.
Eu repeti pausadamente, enfatizando as palavras mais significativas.
Então reparei, maravilhada, como ela ia escrevendo, com tinta preta, no questionário oficial.
Posso perguntar, disse-me ela com novo interesse, o que faz exatamente?
Calmamente, sem qualquer traço de agitação na voz, ouvi-me responder:
"Desenvolvo um programa a longo prazo (qualquer mãe faz isso), em laboratório e no campo experimental (normalmente eu teria dito dentro e fora de casa). Sou responsável por uma equipe (minha família), e já recebi quatro projetos (todas meninas).
Trabalho em regime de dedicação exclusiva (alguma mulher discorda???), o grau de exigência é em nível de 14 horas por dia (para não dizer 24 horas). Houve um crescente tom de respeito
na voz da funcionária que acabou de preencher o formulário, se levantou
e, pessoalmente me abriu a porta. Quando cheguei em casa, com o título
da minha carteira erguido, fui recebida pela minha equipe: uma com 13 anos,
outra com 7 e outra com 3 anos. Do andar de cima, pude ouvir o meu novo
experimento (um bebê de seis meses), testando uma nova tonalidade de voz.
Senti-me triunfante!
Maternidade... que carreira gloriosa!
Assim, as avós deviam ser chamadas
"Doutora-Sênior em Desenvolvimento Infantil e em Relações Humanas".
As bisavós:
"Doutora- Executiva- Sênior".
E as tias:
"Doutora - Assistente".
Uma homenagem carinhosa a todas as mulheres, mães, esposas, amigas, companheiras.
Doutoras na Arte de fazer a vida melhor !!!

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Dia do Índio

No dia 19 de abril é comemorado o dia do índio. Mas porque existe um dia do índio e porque é comemorado no dia 19 de abril? Bom esta data foi criada em 1943 pelo presidente Getúlio Vargas, através do decreto lei número 5.540. Acontece que no ano de 1940 foi realizado no México um congresso chamado Congresso Indigenista Interamericano. Que era constituído de diversas autoridades governamentais dos países da América, apesar dos líderes indígenas terem sido convidados eles ficaram preocupados com as verdadeiras intenções dos governantes e não compareceram nos primeiros dias do evento. Pois que tem, tem medo, já que os índios eram caçados há séculos pelos “homens brancos”. Mas depois de muito pensar resolveram participar, pois era uma grande oportunidade de lutar pela garantia de seus direitos, esta participação ocorreu justamente no dia 19 de abril, que depois foi escolhido como o Dia do Índio.

ATIVIDADES PARA PINTAR...

domingo, 5 de abril de 2009

Lenda da Páscoa
Perto da casa do Menino Jesus havia uma palmeira, nela um passarinho fizera seu ninho e pusera 3 (três) ovinhos. Todos os dias o menino Jesus, sentado na soleira da porta, olhava feliz a avezinha.
Uma bela manhã,
Jesus acordou ouvindo o passarinho piar aflito. Que seria?Aproveitando um descuido do passarinho, a raposa viera e levara os ovinhos. O Menino Jesus ficou triste e começou a chorar. Nisto passou um gato, viu Jesus chorando e perguntou:
- Por que choras Jesus?- Tiraram os ovos do passarinho!- Miau, miau, nada posso fazer ! E lá se foi...
Abanando a cauda, chegou um cachorrinho au...au...au...- Por que choras, Jesus?- Levaram os ovinhos do pobre passarinho!- Au, Au, que pena - e foi embora...
Então, aos pulinhos, com as orelhas muito compridas, apareceu o coelhinho. Parou e perguntou:- Por que choras, meu Jesus?- Levaram os ovinhos do pobre passarinho!O coelhinho abaixou uma orelha e disse:- Não chores mais, vou procurar os ovinhos!
E pulando desapareceu. Foi logo bater na casa da raposa que apareceu furiosa:- Que queres? Os ovos? Meus filhos já comeram e bateu a porta.
O coelhinho abaixou as orelhas muito triste. Nisto teve uma idéia. Visitou 3 passarinhos seus amigos e pediu a cada um, um ovinho para o menino Jesus não chorar mais.
Muito contente, arrumou os ovos num cestinho e levou-os ao Menino Jesus , que logo enxugou as lágrimas e exclamou:
- Só tu, coelhinho, tiveste pena de mim e do passarinho!
Pois de agora em diante como recompensa, levarás lindos ovinhos às criancinhas boas e bem comportadas e farás isso todos os anos quando chegar a Páscoa.
E foi assim, que o coelhinho ficou encarregado de distribuir ovos às crianças de todo mundo.

sábado, 4 de abril de 2009

O chocolate e o coelho da páscoa.

Quem sabe o que é "Theobroma"?
Pois este é o nome dado pelos gregos ao "alimento dos deuses", o chocolate.
"Theobroma cacao" é o nome científico dessa gostosura chamada chocolate.
Quem o batizou assim foi o botânico sueco Linneu, em 1753.
Mas foi com os Maias e os Astecas que essa história toda começou.
O chocolate era considerado sagrado por essas duas civilizações, tal qual o ouro.
Na Europa chegou por volta do século XVI, tornando rapidamente popular aquela mistura de sementes de cacau torradas e trituradas, depois juntada com água, mel e farinha. Vale lembrar que o chocolate foi consumido, em grande parte de sua história, apenas como uma bebida.
Em meados do século XVI, acreditava-se que, além de possuir poderes afrodisíacos, o chocolate dava poder e vigor aos que o bebiam. Por isso, era reservado apenas aos governantes e soldados.
Aliás, além de afrodisíaco, o chocolate já foi considerado um pecado, remédio, ora sagrado, ora alimento profano. Os astecas chegaram a usá-lo como moeda, tal o valor que o alimento possuía.
Chega o século XX, e os bombons e os ovos de Páscoa são criados, como mais uma forma de estabelecer de vez o consumo do chocolate no mundo inteiro.
É tradicionalmente um presente recheado de significados. E não é só gostoso, como altamente nutritivo, um rico complemento e repositor de energia. Não é aconselhável, porém, consumí-lo isoladamente.

Mas e o Coelho??Qual a relação dele com o chocolate e a Páscoa?

A tradição do coelho da Páscoa foi trazida à América por imigrantes alemães em meados de 1700. O coelhinho visitava as crianças, escondendo ovos coloridos que elas teriam que encontrar na manhã de páscoa.

Uma outra lenda conta que uma mulher pobre coloriu alguns ovos e os escondeu em um ninho para dá-los a seus filhos como presente de Páscoa.
Quando as crianças descobriram o ninho, um grande coelho passou correndo.
Espalhou-se então a história de que o coelho é que trouxe os ovos. A mais pura verdade... alguém duvida?

No antigo Egito o coelho simbolizava o nascimento e a nova vida. Alguns povos da antiguidade o consideravam o símbolo da Lua. É possível que ele se tenha tornado símbolo pascal devido ao fato de a Lua determinar a data da Páscoa.Mas o certo mesmo é que a origem da imagem do coelho na Páscoa está na fertililidade que os coelhos possuem. Geram grandes ninhadas!

sexta-feira, 27 de março de 2009

As coisas que aprendi na vida...

Passeio com os alunos ao sitio Rincão no dia 27/03/2009.

Controle o que seu filho acessa na internet...

Dicas de sites educativos.
Sabemos que a internet esta muitas ligadas as crianças atualmente.E que pais e professores precisam se preocupar com o conteúdo que essas crianças acessam, pois o acesso é muito há varios sites e conteúdos é muito facil e as crianças são muito espertas.
Não deixe seu filho sozinho em frente ao computador, controle o que ele acessa! Aqui vão algumas dicas de sites educativos, com desenhos para colorir, muitos joguinhos e sites com historias ilustradas e animadas.



Confira as melhores mensagens de bebes:
[red]***[/red]http://animado.org/recados-orkut/bebes/index.html[red]***[/red]

Um novo modelo de escola.

Um novo modelo de escola já pode ser encontrado no Brasil. Importada de Portugal a “Escola sem paredes” é um lugar onde não se vê as tradicionais salas de aula com carteiras enfileiradas. O que se encontra são espaços educativos onde o aluno estuda com prazer as matérias de seu maior interesse e realizam suas próprias avaliações.Espelhada na Escola da Ponte, em Portugal, a escola Municipal Desembargador Amorim Lima, localizada na cidade de São Paulo, é a primeira e única da rede pública a adotar essa nova metodologia de ensino.
A proposta inovadora surgiu da vontade de resgatar o aprendizado pessoal dentro de uma coletividade. Derrubar paredes significa compartilhar experiências para construir o verdadeiro conhecimento.
O modelo tradicional, muitas vezes, coloca a criança como coadjuvante do processo de aprendizagem e acaba incentivando a falta de interesse e a decoreba. Ao contrário, o novo sistema instiga na criança o interesse pelo aprender, levando-a a ter autonomia de pensamento.
Num país em que o acesso à educação de qualidade é para poucos, como no Brasil, é necessário tomar medidas para que os estudantes encontrem mais sentido e prazer na construção do saber e reconheçam o seu importante papel neste processo.

Quer saber mais?

http://escoladaponte.blogspot.com/

http://www.amorimlima.org.br/tiki-index.php

Escola: um divisor de aguas na vida de seu filho.



Diante das dúvidas sobre qual a melhor escola para colocar o filho, muitos pais e mães acabam ficando angustiados, principalmente quando esta escolha tem que ser feita com o filho ainda bem pequeno.
Antes de começar a procurar, é importante ter em mente que não existe esta escola "ideal". O que existe são escolas que seguem linhas diferentes de ensino. Algumas preferem dar mais ênfase ao conteúdo, enquanto outras já valorizam a formação pessoal, a cidadania e incentivam o pensamento crítico. Mas nenhuma está excluída de cumprir com as responsabilidades exigidas pelo MEC.
Na hora da pesquisa os pais devem fazer uma pré-seleção das escolas, levando em consideração vários fatores como distância, número de alunos por sala, tamanho, infra-estrutura, rotina, tempo de mercado, valor das mensalidades, qualificação dos professores e qual a metodologia de ensino utilizada. Depois o próximo passo é visitar cada uma delas e levantar todos os pontos da proposta pedagógica.
Muitas escolas hoje em dia já se preocupam em preparar a criança para lidar com os obstáculos da vida adulta. Mas ainda encontramos aquelas que estão muito preocupadas com o conteúdo a ser ensinado e acabam estressando o aluno com o excesso de informação, além de fornecerem um conhecimento superficial e que desperta pouco interesse.
Diante do competitivo mercado de trabalho é natural que os pais questionem o método moderno de ensino, que estimula o aprendizado pelo prazer e não por obrigação. Isso acontece por uma falta de segurança dos pais, que enxergam no filho apenas um futuro profissional de destaque.
As dúvidas sempre acompanham os pais que nuncam estão 100% satisfeitos com a escolha da escola. Quando escolhem a linha moderna, acham que o filho não vai estar preparado para competir no mercado de trabalho e, quando escolhem aquela que se preocupa mais com o conteúdo, acabam colocando o filho na terapia por dificuldades de relacionamento.
Por isso, é aconselhável que os pais fiquem de olho no seu filho. Se o seu desenvolvimento está adequado para idade, se apresenta dificuldades de aprendizado ou mesmo de relacionamento com os colegas e, principalmente, se demonstra prazer em aprender.
Todos estes dilemas advém de uma sociedade em conflito, em transição, que ainda não soube equacionar cidadania e oportunidades. Sendo assim é necessário que os pais se preocupem com a formação profissional sim, mas também com a formação de cidadãos conscientes de seus deveres e direitos, conscientes de que vivemos em sociedade. Somente desta forma criaremos uma sociedade com oportunidades para todos, compostas de indíviduos felizes e realizados.

O seu filho é o que ele come.


Comportamento e alimentação
Os transtornos de comportamento na criança, como a hiperatividade, falta de atenção, agressividade e impulsividade, também tem relação com a alimentação.De acordo com estudiosos do departamento de química da Universidade de Surrey, Reino Unido, os aditivos, corantes e conservantes que se encontram nos produtos alimentares, causam alterações comportamentais em algumas crianças.Com o acompanhamento de grupos de crianças, os cientistas descobriram que alguns corantes podem levar a reações adversas após 30 minutos depois de ingerido. Os principais causadores disso seriam os metais tóxicos, como o chumbo e o alumínio, além dos corantes alimentíceos. Dentre as reações observadas está a urticária e o cansaço.Ao contrário dos laboratórios farmacêuticos, que possuem uma fiscalização rigorosa, os fabricantes de produtos alimentares não são obrigados por lei a realizar testes comprovando a segurança de seus produtos para a saúde.Sendo assim, é importante que pais e crianças se instruem sobre as comidas que estão consumindo.Corantes e conservantes tem relação com hipertatividade em crianças
"Aditivos como corantes e conservantes -usados em batatas fritas industrializadas, bebidas e doces - podem causar hiperatividade e acessos de raiva em crianças, sugere um estudo realizado por uma organização britânica."
Uma pesquisa feita pela Universidade de Southampton, na Inglaterra, concluiu que corantes e conservantes encontrados em alimentos infantis e refrigerantes podem ser relacionados a hiperatividade e distúrbios de concentração em crianças.
O pesquisador responsável pelo estudo, Jim Stevenson, defendeu que algumas misturas de corantes artificiais e benzoato de sódio, um conservante usado em sorvetes e doces, estavam ligadas a um aumento de hiperatividade.
"No entanto, os pais não devem achar que é possível prevenir problemas de hiperatividade completamente apenas retirando esses aditivos da comida", explicou ele. "Sabemos que há muitos outros fatores nessa questão, mas pelo menos este (a ingestão de aditivos) é um que a criança pode evitar."


Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade


A hiperatividade e o Déficit de atenção caracteriza-se pela manifestação dos sintomas de desatenção, inquietude e impulsividade. E para que seja feito o diagnóstico desse transtorno, a falta de atenção e a hiperatividade devem interferir de forma significativa na vida, no desempenho escolar e no desenvolvimento da criança.
Estima-se que em média 7% das crianças em idade escolar (entre 5 a 10 anos) sofrem algum tipo de desordem de atenção, com sintomas como impulsividade, dificuldade de concentração e atividade excessiva.
Apesar de ser um transtorno com estudos recentes, médicos acreditam que fatores como a genética, o nascimento prematuro, o ambiente e a criação também podem ser associados à hiperatividade.